"Khōros Anima" for mixed choir and empty space - Jonathan Saldanha & Outra Voz Choir
12 May 2012 | OtherEstamparia - ASA
Photo by André Cepeda
This sonic piece conceived by Jonathan Uliel Saldanha was developed in collaboration with the choral ensemble Outra Voz from Guimarães. The starting point of this process was the intention to work the voices of this large mixed choir as a factor inducing ressonance on the facilities of a former textile factory located in Covas, an empty 4.500m2 space (from Greek khōros place, space), proposing an evocation of time through the proprieties of collective chanting.
The psychoacoustic landscape emanating from this specific space is the generative point for the compositional processes, in which the relation of sound with its immediate phantom, the resonances of the space, are the core element. The sonic proprieties are therefore explored both as a temporal (signal) and spatial (directional) presence.
Voices become intermediaries for the sound and manifest themselves in a spectral and radio magnetic space populated by numerous apparitions, hallucinatory distortion of the flow of time between material things, a channel for the (re)transmission of reality.
The acoustic body of the space vibrates through the breath of the voices, becoming a presence.
Choir rehearsal assistant: Catarina Miranda
Infrasom: Alan Boans
Recording: Frederic Alstadt
Thanks to: João Guimarães, Carlos Correia / Kaká, André Cepeda, Filipe Silva, Susana Ralha, Amélia Muge, Mário Gonçalves and Allcateia, Magna Ferreira, Luisa Barriga, Tiago Simães, Oficina, Mulheres do Minho, Sr Bernardino, Jean Baptiste and a special acknowledgment to all members of Outra Voz.
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Peça sonora concebida e orientada por Jonathan Uliel Saldanha e desenvolvida em colaboração com o grupo coral Outra Voz, trabalhando as vozes deste coro enquanto elemento indutor de ressonância nas instalações desactivadas de uma antiga fábrica têxtil localizada em Covas. A paisagem psicoacústica que emana deste espaço é o ponto generativo para o processo de composição em que a relação do som com o seu fantasma imediato e a ressonância do espaço são os elementos centrais. As propriedades sonoras são portanto exploradas enquanto presença temporal (sinal) e espacial (direcção).
Este espaço torna-se no filtro do som, alterando o sinal das vozes, elas próprias actuando enquanto tradutoras, mediando sinais externos (organizativos da construção temporal) e internos (viscerais). O corpo enquanto espaço ressonante para uma pré-linguagem que intercepta o corpo acústico da fábrica, reactivando-o.
Ensaiadora assistente: Catarina Miranda
Infrasom: Alan Boans
Gravação: Frederic Alstadt
Obrigado: João Guimarães, Carlos Correia / Kaká, André Cepeda, Filipe Silva, Suzana Ralha, Amélia Muge, Magna Ferreira, Luisa Barriga, Tiago Simães, Oficina, Mário Gonçalves e Allcateia, Mulheres do Minho, Sr Bernardino, Jean Baptiste e um agradecimento especial a todos os membros do Outra Voz.
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